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Bolseiros 2013/2014 Já Foram Seleccionados

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 19.06.13

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por cunha ribeiro às 08:26

No Dia de S. João Haverá Reunião

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 19.06.13

 

 

Os sindicatos da educação voltam na próxima segunda-feira, 24 de Junho, ao ministério tutelado por Nuno Crato para uma reunião de negociação suplementar dedicada à mobilidade especial e à mobilidade interna, que ainda não tem hora marcada.

Os contactos do Ministério da Educação e Ciência (MEC) para aferir a disponibilidade dos sindicatos foram confirmados pela Federação Nacional de Professores (Fenprof) e Federação Nacional de Educação (FNE), que afirmaram a sua disponibilidade para uma reunião no dia 24.

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por cunha ribeiro às 08:22

ÚLTIMAS SOBRE A GREVE DE PROFESSORES

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 14.06.13

Secretário de Estado do Ensino reúne esta tarde com FNE e Fenprof numa última tentativa de travar greve de professores.

 

O secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar anunciou nesta sexta-feira que o Ministério da Educação vai para as reuniões desta tarde com os sindicatos de professores numa atitude “de total disponibilidade”, de modo a que os alunos possam realizar os exames nacionais com tranquilidade a partir da próxima segunda-feira.

João Casanova de Almeida adiou pormenores para depois das reuniões, que terão como temas os exames e de novo o regime de mobilidade especial. “Só temos possibilidade de manter consensos na Educação”, disse o secretário de Estado, que apelou aos sindicatos para terem isso em conta.

 

A pergunta que deixo é que cenários deviam acontecer para as organizações sindicais chegarem a acordo com o MEC?

As exigências maiores nos últimos tempos passam pela eliminação da requalificação dos professores (docentes do ensino superior e funcionários públicos dos Açores conseguiram), da manutenção da componente letiva determinada no ECD, bem como manter-se a redução da componente letiva ao abrigo do artigo 79º, não apenas para o próximo ano letivo mas para o futuro.

 

Será suficiente haver garantias nestes pontos para os sindicatos desconvocarem a greve para dia 17? - Pergunta o Autor do Blog "Arlindo".


A ver vamos.



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por cunha ribeiro às 16:38

Professores avançam com nova greve

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 14.06.13

Oito sindicatos de professores anunciaram nesta quinta-feira um novo período de greve às avaliações entre 24 e 28 de junho, caso o Ministério da Educação não dê uma resposta às suas reivindicações.

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por cunha ribeiro às 08:54

FALTAS E GREVES E TAL

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 14.06.13

Faltas a Reuniões de Avaliação

No número 9º do artigo 94º do ECD.

 

9 — As faltas a serviço de exames, bem como a reuniões que visem a avaliação sumativa de alunos, apenas podem ser justificadas por casamento, por maternidade e paternidade, por nascimento, por falecimento de familiar, por doença, por doença prolongada, por acidente em serviço, por isolamento profiláctico e para cumprimento de obrigações legais, tal como regulado na lei.

 

Post feito para auxiliar os convocantes destas reuniões. :D

 

Depois de hoje ter tido reunião de Conselho Pedagógico, venho confirmar a reunião de Departamento, para o dia 11/06, pelas 17H 45m, no auditório da EB23/S de XXXXXXX, com a seguinte ordem de trabalhos:

1. Informações

2. Avaliação dos alunos de 4º ano

3. Outros assuntos

A reunião é para todos os docentes, devendo ser usada pontualidade!

Faltas à reunião só com atestado médico!

 

Mas quem fizer greve não é faltoso, certo?

 

(Do Blog Ar lindo)

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por cunha ribeiro às 08:41

A PROPÓSITO DA GREVE DE PROFESSORES

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 13.06.13

Vamos por partes: não é difícil reconhecer que os professores tinham há uma dezena de anos uma situação profissional privilegiada. Não em termos económicos – isso nunca foi o seu forte – mas atuavam em condições de trabalho bastante favoráveis. Esta situação favorável devia-se em grande parte ao facto de serem herdeiros de uma situação de prestígio herdada do tempo em que a escola era ela própria um privilégio de alguns.

               

Essa situação alterou-se muito nos últimos anos: o tempo letivo aumentou, deixaram de existir reduções letivas conforme o tempo de serviço ou cargos na escola, o tempo de permanência na escola aumentou muito e o trabalho burocrático subiu exponencialmente. O que se pretende agora é agravar ainda estas condições com a mobilidade especial e com um horário de 40 horas. Estas condições, somadas ao trabalho excedentário que é preciso fazer nas escolas devido à redução do número de professores, tornam a profissão de professor um lixo e destroem qualquer vestígio de dignidade que ela poderia ter.  É por isso os professores (isto é os sindicatos que os representam e não só) decretaram greve.

A greve que será feita no dia 17 de Junho tem sido atacada pelo fato de coincidir – e propositadamente – com os exames do 12º ano. É sobre isto que gostaríamos de partilhar 3 reflexões:

1. Não consta que nenhum aluno esteja matriculado na Fenprof ou na FNE. Eles estão sim matriculados no Ministério da Educação. O Ministério tem pois que organizar os exames que ele quer que sejam feitos pelos seus alunos. Assim, a possibilidade da realização de exames fica na responsabilidade do Ministério e não dos sindicatos. Não se pode responsabilizar a meteorologia por não haver voos: responsabiliza-se a companhia aérea.

2. A possibilidade de o Ministério levar a bom termo a realização dos exames esbarrou com uma dupla inflexibilidade: por um lado, o ministro afirma que o dia 17 é inegociável e, contra tudo e contra todos (faz lembrar o “aguenta, aguenta”), diz que os exames têm que ser nesta data. Por outro lado, a proposta construtiva da Comissão Arbitral de transferir os exames para dia 20 é ignorada e desconsiderada. Trata-se pois de um “fincar os pés no chão” que indicia uma determinada inflexibilidade.

3. Esta inflexibilidade do ministro e do Ministério origina uma forte condição de desigualdade nos exames, dado que discrimina os alunos do ensino particular e os do ensino público e cria ainda condições diferentes para os que poderão fazer o exame e para os que não o poderão fazer. A estas duas circunstâncias soma-se ainda outra em relação aos alunos com dificuldades: é provável, com esta confusão e indecisão instalada, que eles não venham a ter as condições e o apoio na avaliação que precisariam para demonstrar as suas capacidades.

Perante uma situação social já tão grave, o Governo e o ministro respondem com uma intransigência do “antes quebrar que torcer”. Mas a mim, esta atitude evoca-me mais o famoso aforismo grego clássico: “os deuses enlouquecem aqueles que querem perder.

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por cunha ribeiro às 12:14

MEDIDAS ORGANIZATIVAS A ADOTAR PELAS ESCOLAS NO PROCESSO DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DE CICLO E EXAMES FINAIS NACIONAIS

por cunha ribeiro, Quinta-feira, 13.06.13

MENSAGEM N.º 8/JNE/2013 de 12/06/2013

ASSUNTO: MEDIDAS ORGANIZATIVAS A ADOTAR PELAS ESCOLAS NO PROCESSO DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS FINAIS DE CICLO E EXAMES FINAIS NACIONAIS

No sentido de assegurar o normal funcionamento do processo de realização das provas finais de ciclo e dos exames finais nacionais, que se inicia no próximo dia 17 de junho, o Júri Nacional de Exames vem transmitir algumas orientações às escolas:

 

1. Se, por motivo de greve às reuniões de avaliação, não for possível às escolas a atribuição das avaliações internas aos alunos, estes podem realizar as suas provas e exames de forma condicional, tal como se encontra prescrito nos n.ºs 8 e 10 do artigo 31.º do Anexo II ao Despacho Normativo n.º 5/2013, de 8 de abril, Regulamento das Provas e Exames do Ensino Básico e Secundário;

 

2. Os alunos do ensino secundário que frequentaram disciplinas bienais da componente de formação específica ou da componente de formação geral (Filosofia), cuja aprovação não depende da realização de exames nacionais como internos, podem:

a. Obter aprovação apenas por frequência da disciplina;

b. No caso de não terem obtido aprovação no final do 3.º período, inscrever-se para realizar o respetivo exame nacional na 1.ª fase como aluno autoproposto;

c. Caso não tenham conhecimento das respetivas avaliações finais do 3.º período, inscrever-se e realizar na 1.ª fase, a título condicional, os respetivos exames nacionais;

 

3. Nos casos referidos nas alíneas b) e c) do número anterior, os alunos devem inscrever-se para exame até ao próximo dia 14 de junho.

 

4. No que diz respeito às disciplinas sem oferta de prova final ou exame nacional, e em caso de não aprovação na avaliação do 3.º período, os alunos podem requerer prova de equivalência à frequência. Caso não seja possível a atribuição da avaliação interna a estes alunos, a escola, dentro da sua autonomia, deve adotar todas as 2 medidas necessárias no sentido de reajustar o calendário de realização das provas de equivalência à frequência de acordo com as circunstâncias;

 

5. A fim de poder ser assegurada a realização das provas e exames do dia 17 de junho, os diretores/presidentes de CAP devem convocar para o serviço de exames, nomeadamente, para o serviço de vigilância, todos os docentes de todos os níveis de ensino pertencentes aos respetivos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas, cumprindo as regras em vigor para o serviço de vigilância.

 

Com os melhores cumprimentos.
O Presidente do Júri Nacional de Exames

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por cunha ribeiro às 08:47

MAIS UMA VEZ O ENSINO SUPERIOR COMO "PRIMA DONA" - E O SECUNDÁRIO NÃO TEM ESTATUTO?

por cunha ribeiro, Quarta-feira, 12.06.13

Da Proposta de Requalificação

… de dia 6 de Junho, surge uma salvaguarda ao regime de requalificação assinalada a vermelho na transcrição do artigo 4º.

Mas raio. Nós não temos também um estatuto? Seria assim tão difícil retirar dali o “superior públicas“?

 

 

Proposta de Lei n.º 154/XII/2.ª

CAPÍTULO II

Procedimento

Artigo 4.º

Procedimentos

1 – Aos trabalhadores em funções públicas de órgãos e serviços ou subunidades orgânicas que sejam objeto de reorganização ou de racionalização de efetivos previstos no Decreto-Lei n.º 200/2006, de 25 de outubro, aplicam-se os procedimentos previstos nos artigos seguintes.

2 – A racionalização de efetivos é realizada nas situações a que se refere o n.º 4 do artigo 3.º e o artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 200/2006, de 25 de outubro, bem como por motivos de redução de orçamento do órgão ou serviço decorrente da diminuição das transferências do Orçamento do Estado ou de receitas próprias, de necessidade de requalificação dos respetivos trabalhadores, para a sua adequação às atribuições ou objetivos definidos, e de cumprimento da estratégia estabelecida, sem prejuízo da garantia de prossecução das suas atribuições.

3 – A racionalização de efetivos ocorre ainda, nos termos de diploma próprio, por motivo de redução de postos de trabalho ou necessidades transitórias decorrentes, designadamente, do planeamento e organização da rede escolar.

4 – Na aplicação da presente lei às instituições de ensino superior públicas são salvaguardadas, quando necessário, as adequadas especificidades em relação ao respetivo corpo docente e investigador, nos termos dos respetivos estatutos.

 

( Do Blog Ar Lindo)

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por cunha ribeiro às 11:04

TOTAL DE PROFESSORES CONCORRENTES, COM CANDIDATURA VALIDADA, CONCURSO DE 2013

por cunha ribeiro, Terça-feira, 11.06.13

Ao concurso Interno/Externo 2013/2014 concorreram 77701 candidatos, sendo que 73083 candidatos tiveram a sua candidatura validada.

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por cunha ribeiro às 12:15

À atenção Dos Professores de EVT e Do Primeiro Ciclo, Com Horário Zero

por cunha ribeiro, Sexta-feira, 07.06.13

O Ministério da Educação está a preparar uma “formação complementar com estágio” para os professores do 1º ciclo do básico e para os de Educação Visual e Tecnológica (EVT) – que foi extinta na última revisão curricular – que fiquem com horário zero (sem turma atribuída). Com esta formação os professores ficam aptos para dar aulas a outras disciplinas tendo, assim, mais possibilidades de conseguir colocação e evitar o sistema de requalificação (mobilidade especial).

A medida, que vai ser integrada no regime de mobilidade especial, foi avançada ontem pelo secretário de Estado da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, como sendo mais uma ferramenta para evitar o despedimento de professores.
“Temos o diagnóstico feito e há dois grupos disciplinares que nos preocupam com uma prioridade maior, que são os professores de EVT e os professores do 1.º ciclo [do Ensino Básico]. Vamos apostar na formação complementar com estágio para que esses professores passem a ter habilitação para outros grupos disciplinares”", revelou Casanova de Almeida.
Para já o governante recusou revelar mais detalhes da medida que “ainda está a ser pensada”. Ou seja, o Ministério ainda não definiu a forma como será feita esta formação e se excederá os 12 meses, limite de permanência no regime de mobilidade especial que foi ontem aprovado em Conselho de Ministros para ser aplicado a toda a Função Pública.

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por cunha ribeiro às 14:21